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Muito se fala que os jogadores brasileiros não aceitam bem a ideia de revezamento nos elencos, entendendo assim uma volatilidade maior dos técnicos e uma maior incerteza se está agradando ou não para ser considerado titular. Contudo, essa não é a situação do lateral-direito Léo Moura.
Em entrevista coletiva concedida na última semana, o jogador entende que esse tipo de recurso precisa ser observado pelo lado positivo que seria a possibilidade de, em todas as partidas, os jogadores escalados terão plenas condições físicas de se doar 100% sem risco tão elevado de lesões e/ou cansaço precoce:
-Não tem como jogar as competições com o mesmo time. O treinador é experiente e sabe quando botar cada equipe. O Grêmio tem um plantel muito forte, pode fazer isso.Falo sempre para o Renato: Quando entrar em campo, quero entrar para decidir, para fazer a diferença. Quando entro com o tanque cheio, certamente vou fazer a diferença.
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Aos 40 anos de idade e com larga rodagem no mundo do futebol, ele tenta usar também a sua experiência para manter no alto a motivação dos atletas com os quais divide posição, casos de Leonardo e Madson.
-Quando fui para o Palmeiras, tinha o Arce, que jogava ali. Foi um cara que me ajudou muito. Procuro fazer o mesmo aqui com o Léo (Gomes) e o Madson, passar minha experiência. São dois jogadores promissores. O Leonardo tem tudo pra se tornar um grande lateral. Até porque tem muita dificuldade de achar laterais direitos. Procuro colocá-lo pra cima pra aproveitar as oportunidades e crescer no Grêmio, que o time vai ganhar muito – explica Léo Moura.